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nov

Seria a execução o lugar onde boas estratégias vão para morrer? – Parte III

Nos posts anteriores, mostramos que há uma gigantesca diferença na forma de pensar de um estrategista e de um executor.

Seria a execução o lugar onde boas estratégias vão para morrer? – Parte I
Seria a execução o lugar onde boas estratégias vão para morrer? – Parte II

E como aproximar essas maneiras de se pensar, fazendo com que os executores também se sintam donos da estratégia – afinal, várias cabeças pensam melhor do que uma única! – e que a narrativa seja sólida, levando a mensagem correta, da maneira correta.

Pessoa pensando em boas estratégias

E agora vem o desafio final: a quarta lacuna!

A quarta lacuna entre estratégia e execução está nas medidas e métricas.

Isso, também, é um reflexo de modelos mentais empregados.

Você apenas mede o que pode ver.

E seus modelos mentais determinam o que é visível ou invisível.

Por muitas vezes presume-se que as métricas financeiras, como o custo e a receita, são suficientes para se mensurar o progresso de uma estratégia.

Mas isso seria como avaliar um treinador apenas pelo número de gols que seu time faz.

E se o seu time estiver fazendo muitos gols, mas levando muitos mais?

É necessário ter métricas que lhe digam o quão bem o seu plano de jogo está sendo executado, que aborde todos os jogadores de seu time.

Se você é um treinador de basquete, essas métricas podem estar focadas em rebotes, turnovers ou assistências.

Se você estiver gerenciando o lançamento de um novo produto, essas métricas podem ser em inscrições em seu site, a quantidade de pré-pedidos ou solicitações de representação do seu produto.

O desajuste entre métricas e estratégia é comum nos esforços de transformação digital de muitas empresas.

Estratégias em empresas que estão em processo de transformação digital normalmente são projetadas para criar esforços de rede através de modelos de negócios baseados em plataforma, ou para alavancar tecnologias avançadas como AI ou a Internet de Coisas.

Essas empresas esperam que a estratégia seja executada exponencialmente, mas seus modelos mentais – e, portanto, métricas – ainda são incrementais.

Na fase inicial de uma inovação disruptiva, o que você deve mensurar não é o ROI.

Como exemplo, desde o início, a Amazon estava principalmente preocupada com o número de avaliações online por produto, o número de usuários aderindo à plataforma e o número de membros Prime que se juntam ao programa.

Enquanto isso, outros varejistas ainda estavam concentrados nas vendas de mesma loja de um ano para o outro, tratando suas operações de comércio eletrônico como uma “loja digital”.

Seu modelo mental limitava suas métricas, o que, por sua vez, distorcia seu comportamento.

Ao invés disso, concentre suas métricas na aprendizagem e na criação de efeitos de rede.

Quantos experimentos você pode executar por semana ou mesmo por dia?

Quão bem você está conectando as várias formas de capital em toda a sua empresa?

Quão rapidamente o seu ecossistema cresce?

Com que facilidade as pessoas podem compartilhar dados em toda a empresa?

Estes são indicadores muito melhores de se mensurar se você está realmente alinhando a estratégia e a execução para a transformação digital.

A execução não precisa ser o lugar onde as boas estratégias vão morrer.

Bússola apontando para boas estratégias

À medida que você está desenvolvendo sua estratégia, leve em consideração os estilos de pensamento e os modelos mentais das pessoas que serão responsáveis pela sua execução.

Envolva-os para gerar um senso de propriedade e aproveitar sua sabedoria coletiva.

Ofereça uma narrativa que conecte o passado ao futuro.

E desenhe métricas que focalizem a atenção e motivem o comportamento em torno do que realmente fará a estratégia ser bem-sucedida.

Bons negócios!

Fonte: www.gumga.com.br

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